De certa forma, a batalha para ser feliz é uma batalha contra a negatividade.
Estamos expostos a uma infinidade de coisas ruins, mas a chave é como as internalizamos, como reagimos a elas, que é o que, em última análise, determina o seu efeito final sobre nós.
Nós temos o controle para decidir como um determinado evento nos afetará, independentemente de sua natureza. Obviamente não é fácil, senão serÃamos todos felizes, certo? 
Tudo isto exige um processo de formação contÃnua, autorreflexão e muita vontade, um programa projetado para fortalecer nossas vidas, Por assim dizer.
Podemos nos tornar pessoas negativas se transformarmos a reclamação em um hábito. Os hábitos são definidos como ações que ocorrem automaticamente em resposta a gatilhos ou sinais especÃficos. Tais sinais podem ser externos (derivados do nosso ambiente) ou internos (surgindo dos nossos próprios pensamentos e sentimentos). Roemos as unhas, por exemplo, quando ficamos nervosos ou reclamamos quando as coisas dão errado.
Tendemos a reclamar, muitas vezes, inconscientemente e tornamos esse comportamento um padrão automático quando surgem obstáculos. Não percebemos que cada vez que reclamamos reforçamos mais esse comportamento e perdemos a grande possibilidade de ver os obstáculos como desafios a serem superados.
Então, o que podemos fazer para quebrar esse ciclo? Se a nossa negatividade se deve a um hábito, então podemos extingui-la através auto-controle. Se interrompermos muitas vezes o ato de roer as unhas, chegará um momento em que esse hábito será esquecido.

Da mesma forma, quando comentários negativos começarem a sair da sua boca, perceba e interrompa-os, mesmo que seja no meio da frase. Eventualmente, esse impulso desaparecerá.
Esse automonitoramento dos pensamentos pode ser exaustivo. se você tem uma vida complicada na qual enfrenta constantemente situações difÃceis. A solução para esse problema é que você não pare apenas de interromper esses pensamentos negativos, mas substitua-os por pensamentos positivos e esperançosos.

Desta forma não estaremos apenas abortando um mau hábito, mas também estaremos criando um padrão novo e mais fortalecedor e que um dia poderá tornar-se tão automático quanto aquele que tentamos eliminar.
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